A Cidade das Flores e a mais populosa de Santa Catarina também é conhecida como a Cidade dos Príncipes. O título, que está presente até no hino municipal, tem relação com uma mulher muito famosa por essas terras, é ela: Francisca Carolina Joana Leopoldina Romana Xavier de Paula Micaela Rafaela Gabriela Gonzaga de Bragança. Mais conhecida como Princesa Dona Francisca, a filha de Dom Pedro I e tia da Princesa Isabel, que faz parte da história de Joinville.

Em 1837, quando o príncipe francês François Ferdinand Philippe, em uma passagem pelo Brasil, ficou encantado pela irmã de Dom Pedro II, o último imperador do país. No entanto, foi apenas em 1843 que a princesa brasileira e o príncipe francês subiram ao altar para trocar juramentos. Na ocasião, como dote cedido pela família da princesa, o casal recebeu uma porção de terras na Província de Santa Catarina. Seis anos mais tarde a família real francesa passava por uma crise financeira e o príncipe vendeu parte das terras pertencentes ao dote, oito léguas quadradas, para a Sociedade Colonizadora de Hamburgo. A entidade foi responsável por trazer a Joinville os primeiros imigrantes germânicos, que chegaram na cidade em 9 de março de 1851, data de fundação do município.

Naquela época Joinville ainda não se chamava assim. A grande porção de terras, que incluía até outros municípios da região, era chamada de Colônia Dona Francisca, justamente em homenagem à princesa brasileira. Mais tarde a cidade ganhou o nome de Joinville, desta vez em homenagem ao marido da princesa, que tinha origem em Joinville-le-Pont, na França. Como Colônia Dona Francisca ou Joinville, o certo é que o casal de príncipes inspirou a cidade através dos tempos.

Esse Paraíso?

Fica em Joinville mesmo, tem nome e endereço...
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A Princesa homenageada pela cidade de Joinville

 

Embora nunca tenha visitado a cidade, já que após o casamento o Príncipe e a Princesa foram morar na Europa, Dona Francisca faz parte do cotidiano de quem mora em Joinville. Quem passa pelo Centro, por exemplo, pode visitar a Rua das Palmeiras, local em que uma réplica do busto da princesa atrai os olhares de turistas e joinvilenses. Além disso, a obra original, produzida em bronze pelo artista alemão Fritz Alt, também está disponível no museu que leva o nome dele. O monumento foi a primeira obra pública da cidade, um presente do artista a Joinville quando o município completou 75 anos, em 1926.

Uma das ruas mais movimentadas da cidade também carrega o nome da princesa de Joinville. Ligando o Centro à zona Norte, a rua Dona Francisca é um exemplo de como a Cidade dos Príncipes valoriza a sua memória. O nome da princesa também está na serra que encanta os turistas com a sua bela paisagem e faz a ligação entre Joinville e Campo Alegre, no Planalto Norte.

Pensando em mudar para o bairro Atiradores?

Isso é muito auspicioso  

Joinville, uma cidade reconhecida pela beleza e talento

Além de ser considerada a filha mais bonita de Dom Pedro I e da imperatriz Maria Leopoldina e ser conhecida como “La Belle Françoise” na corte francesa, Dona Francisca era uma mulher formada por uma educação rigorosa e com talento na pintura. No Rio de Janeiro, antes de se casar, ela tinha aulas de desenho com um professor francês chamado Félix-Emile Taunay que, coincidentemente, também faz parte da história de Joinville. Seu filho, o Visconde de Taunay, hoje dá nome a uma das ruas mais prestigiadas da cidade, a Via Gastronômica, reduto da boa culinária joinvilense.

Três obras da princesa fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, com sede no Rio de Janeiro, e retratam pássaros desenhados em aquarela. Na biblioteca, também estão disponíveis retratos da princesa e registros da Joinville daquela época. O acervo também pode ser consultado pela internet neste link.

Joinville que une passado e futuro

Uma cidade que preserva o passado e está preparada para o futuro: a Joinville dos príncipes e das flores é o destino certo para quem gosta de tranquilidade aliada à tecnologia e boa estrutura. Um exemplo são os apartamentos do Flower Park Residence.

Localizado no Atiradores, um dos primeiros bairros de Joinville, o empreendimento une segurança, bom gosto e inteligência. O porcelanato e rebaixo de gesso e o tratamento acústico entre pisos garantem beleza e conforto ao ambiente. Além disso, as fechaduras acionadas por sistema biométrico proporcionam ainda mais segurança em uma localidade conhecida pela tranquilidade.

A sacada com churrasqueira, tubulação para água quente e fria e infraestrutura para aquecimento a gás também são benefícios dos apartamentos disponíveis em duas plantas: com duas ou três suítes, entre 81 e 123 m², e que unem requinte e tecnologia.

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